A liberdade proporcionada pela internet para falar o que se pensa e copiar o que se deseja vai de encontro à intenção de interromper a reforma na lei de Direitos Autorais no Brasil, mantida pela ministra da Cultura, Ana de Hollanda. Segundo ela, a continuidade das mudanças iniciadas no governo Lula é prejudicial aos autores.
A primeira crise envolvendo um ministério do governo Dilma Rousseff fez com que setores artísticos se voltassem contra a nova titular. Na ‘terra sem lei’ que é o mundo virtual, freqüentemente é possível identificar melodias copiadas, ritmos ‘semelhantes’ à músicas bem conhecidas e letras parodiadas por Alguma fruta do forró. O que se pode analisar inicialmente é que a revolta parte de quem não cria, de quem não compõe. É a recusa em deixar de encomendar os serviços de talentosos músicos e artistas.
Ora, o país conta com uma variedade incrível de criadores, em todas as suas formas. Para quem critica Ana de Hollanda, usando o Twitter para dizer que ela não compreende a questão do direito autoral na internet, vale lembrar que podemos perder um patrimônio cultural cobiçadíssimo: o talento. Parece que há uma campanha para satanizar o autor como inimigo número 1 do cidadão.
'Mães Dinás' à parte, é fácil de prever que a liberação gratuita das obras na internet, independentemente da autorização do autor, diminuiria muito o interesse de se produzir e editar obras no Brasil.
É uma lógica matemática.
Será que quem copia ou 'encomenda' o talento dos outros, sentado de forma relaxante em frente ao computador, vai vencer esta crise? Ana de Hollanda mostra disposição no embate político. Na semana passada, determinou o afastamento de Marcos Souza da Diretoria de Direito Autoral (DDI). Souza era favorável à continuidade do processo de mudança, mas acabou substituído pela advogada Márcia Regina Barbosa.
A primeira crise envolvendo um ministério do governo Dilma Rousseff fez com que setores artísticos se voltassem contra a nova titular. Na ‘terra sem lei’ que é o mundo virtual, freqüentemente é possível identificar melodias copiadas, ritmos ‘semelhantes’ à músicas bem conhecidas e letras parodiadas por Alguma fruta do forró. O que se pode analisar inicialmente é que a revolta parte de quem não cria, de quem não compõe. É a recusa em deixar de encomendar os serviços de talentosos músicos e artistas.
Ora, o país conta com uma variedade incrível de criadores, em todas as suas formas. Para quem critica Ana de Hollanda, usando o Twitter para dizer que ela não compreende a questão do direito autoral na internet, vale lembrar que podemos perder um patrimônio cultural cobiçadíssimo: o talento. Parece que há uma campanha para satanizar o autor como inimigo número 1 do cidadão.
'Mães Dinás' à parte, é fácil de prever que a liberação gratuita das obras na internet, independentemente da autorização do autor, diminuiria muito o interesse de se produzir e editar obras no Brasil.
É uma lógica matemática.
Será que quem copia ou 'encomenda' o talento dos outros, sentado de forma relaxante em frente ao computador, vai vencer esta crise? Ana de Hollanda mostra disposição no embate político. Na semana passada, determinou o afastamento de Marcos Souza da Diretoria de Direito Autoral (DDI). Souza era favorável à continuidade do processo de mudança, mas acabou substituído pela advogada Márcia Regina Barbosa.
Com o perdão do trocadilho, essa Hollanda vai ficar engasgada nos brasileiros. Isso que nem acompanhei de perto a Copa do Mundo da África do Sul.
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