Caso registrado em Canguçu desperta atenção para o tema
O que você faria se o seu filho estivesse sendo vítima de um tipo de intimidação em que é exposto a milhões de pessoas? Pois é bom ficar de olho nos contatos que sua família mantêm em redes sociais como Orkut, Twitter e Facebook, além de páginas como o YouTube.
Na maioria dos casos, a vítima de cyberbullying sequer sabe que está sendo alvo de brincadeiras. Elas podem ser referentes às características físicas, à opção sexual e ao estilo de vestir da pessoa, por exemplo. A exposição pela internet, muitas vezes, impede qualquer tipo de defesa, já que o agressor é anônimo.
No município de Canguçu, um caso recente despertou atenção da população para o tema. Um aluno de 14 anos da escola João de Deus Nunes teve uma discussão com a namorada no pátio da instituição, em um intervalo de aula. Sem saber que o bate-boca estava sendo gravado por um celular, os adolescentes se exaltaram e trocaram xingamentos considerados de baixo nível por eles mesmos.
As imagens foram parar no maior canal de compartilhamento de vídeos da rede: O YouTube. “A sensação de ver um acontecimento da tua vida pessoal exposto para o mundo todo é horrível. Parece que roubaram minha privacidade”, conta o estudante, ainda inconformado com a situação.
Em três dias de exibição na rede, o vídeo de 45 segundos alcançou cerca de 500 acessos. Em uma cidade pequena, a exemplo de Canguçu, a exposição foi suficiente para motivá-lo a não comparecer às aulas nos dias seguintes. “Basta olhar para ele para ver que tem alguma coisa de errado. Ele tem só 14 anos. Vai demorar um tempo até conseguir retomar a vontade de ir à escola e conviver com os amigos”, afirma o pai, Cristiano Silveira.
> Leia mais: Governo do RS aprova lei contra bullying nas escolas
Publicado em uma conta com a identificação ‘Morpheus199’, o vídeo foi excluído antes de completar uma semana no ar. O uso de um pseudônimo para espalhar as imagens impede qualquer tipo de reação judicial por parte da vítima. “Ele (o filho) passa muitas horas do dia navegando na internet, tem muitos amigos na rede. Mas, a partir de agora, vou pedir que ele faça uma seleção rigorosa das pessoas com quem mantêm contato”, avisa o pai.
O que você faria se o seu filho estivesse sendo vítima de um tipo de intimidação em que é exposto a milhões de pessoas? Pois é bom ficar de olho nos contatos que sua família mantêm em redes sociais como Orkut, Twitter e Facebook, além de páginas como o YouTube.
Na maioria dos casos, a vítima de cyberbullying sequer sabe que está sendo alvo de brincadeiras. Elas podem ser referentes às características físicas, à opção sexual e ao estilo de vestir da pessoa, por exemplo. A exposição pela internet, muitas vezes, impede qualquer tipo de defesa, já que o agressor é anônimo.
No município de Canguçu, um caso recente despertou atenção da população para o tema. Um aluno de 14 anos da escola João de Deus Nunes teve uma discussão com a namorada no pátio da instituição, em um intervalo de aula. Sem saber que o bate-boca estava sendo gravado por um celular, os adolescentes se exaltaram e trocaram xingamentos considerados de baixo nível por eles mesmos.
As imagens foram parar no maior canal de compartilhamento de vídeos da rede: O YouTube. “A sensação de ver um acontecimento da tua vida pessoal exposto para o mundo todo é horrível. Parece que roubaram minha privacidade”, conta o estudante, ainda inconformado com a situação.
Em três dias de exibição na rede, o vídeo de 45 segundos alcançou cerca de 500 acessos. Em uma cidade pequena, a exemplo de Canguçu, a exposição foi suficiente para motivá-lo a não comparecer às aulas nos dias seguintes. “Basta olhar para ele para ver que tem alguma coisa de errado. Ele tem só 14 anos. Vai demorar um tempo até conseguir retomar a vontade de ir à escola e conviver com os amigos”, afirma o pai, Cristiano Silveira.
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Publicado em uma conta com a identificação ‘Morpheus199’, o vídeo foi excluído antes de completar uma semana no ar. O uso de um pseudônimo para espalhar as imagens impede qualquer tipo de reação judicial por parte da vítima. “Ele (o filho) passa muitas horas do dia navegando na internet, tem muitos amigos na rede. Mas, a partir de agora, vou pedir que ele faça uma seleção rigorosa das pessoas com quem mantêm contato”, avisa o pai.
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